sábado, 17 de janeiro de 2009

Parabéns!

Em 17 de janeiro de 1956 nasce Paul Young. Em 17 de janeiro de 1963 nasce Andy Rourke (The Smiths). Em 17de janeiro de 1948 nasce Mick Taylor (Rolling Stones). Em 17 de janeiro de 1963 nasce Kai Hansen (Gamma Ray, Iron Savior).
Foi em 17 de janeiro de1969 que o Led Zeppelin lançou nos EUA seu auto-intitulado álbum de estréia. Foi também em 17 de janeiro de1973 que Ace Frehley fez o teste para entrar no Kiss. Em 17 de janeiro de 2002, estreou "The Osbourne's" . Em 17 de janeiro de 2004 o Iron Maiden enlouquecia os cariocas com um show. E em 17 de janeiro de 1990 Carlos Eduardo nasceu.
Você se pergunta "mas quem diabos é Carlos Eduardo?! Bloguista louca!!!!!"
Mas eu respondo. Carlos Eduardo foi, por muito tempo, meu melhor amigo.
Estudamos na mesma escola, no centro de Guarulhos (minha cidade natal). Jogavamos RPG nos intervalos, faziamos nossos joguinhos de "HÁ", mesmo depois que nos copiaram; falavamos mal de muita gente... é... eramos felizes nessa época.
Hoje ele estuda em Campinas... e eu aqui em Guarulhos. Nos vemos raramente... mas nunca fomos tão unidos quanto agora.
Atualmente, depois de muitos enroscos amorosos, ele se encontra comprometido.
E o melhor de tudo: comigo! xD
Então chega de papagaiada e vamos aos finalmente: Parabéns! Por ser sempre essa pessoa maravilhosa. Por sempre ter a palavra certa pra me dizer, e mesmo que estando longe... ficar perto de mim em pensamentos.
Desejo que tudo o que você quer se realize... pois sei que você é capaz disso.
Te amo.
E Feliz Aniversário!

Parabéns a mim pela minha 25º postagem no blog. Nunca levei um blog tão longe. E tinha que ser um post comemorativo para você!

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Me mordo de ciúmes!

Ah... mas eu me mordo de ciúmes!

Segundo algumas fontes, o ciúme, se não for o patológico, é uma reação normal do ser humano ao sentir uma ameaça, real ou irreal, a algo ou alguém que lhe é muito caro.
Pois bem... aqui estou eu lembrando de minha podre condição humana. Ciúmes... há! Quem diria, não?!
Quando era criança, há uns poucos anos, assemelhava o ciúmes a uma besta de olhos verdes. Besta de animal... não de uma pessoa com inteligência e atitudes bestiais, claro!
Pois bem... o ciúme para mim era uma besta de olhos verdes. Curiosamente, vi isso em um desenho... tentei me recordar qual seria, mas infelizmente não consegui.
O que é mais engraçado, é que eu possuo olhos verdes. Um verde bem estranho, diga-se de passagem... mas isso não vem ao caso agora.
Seriam meus olhos os culpados de tal sentimento? Raiva, amargura, insegurança, dor... tudo isso graças a uma pigmentação de íris. Creio que não.

A intuição é a maior arma das mulheres. As inteligentes, claro. Não sou patética a ponto de levantar a bandeira do feminismo aqui... até por que nem feminista eu sou! Apenas acredito na igualdade dos sexos.

Há quem diga que a culpa do ciúme é falta de segurança. É... admito ser insegura. Mas mesmo assim.... aaaaaaaaaaaaaah... eu me mordo de ciúmes!



Reze... para não ser essa rosa!

domingo, 11 de janeiro de 2009

Não sou uma menina exemplar!

E não sou mesmo!
Quando digo isso, é porque sei que muitos outros pensam assim.
Certas coisas me revoltam muito!
E uma delas é a "máscara" que alguns usam... talvez porque não saibam realmente quem são. Nossa, como me revolta!
Não quero falar de Deus... ou de nenhuma religião específica. Nem vou citar a Bíblia, pois por mais que eu a leia, nunca me fará sentido algum. Horrorizado?! É a pura verdade! Sou o tipo de pessoa que crê naquilo que faz sentido. E para mim, aquilo não faz.
Eu realmente respeito opiniões alheias... acho lindo quando uma pesoa modifica sua vida através da fé, e ainda consegue modificar vidas alheias por ela. Lindo mesmo. Mas não dá cara... certas coisas não dá.
Eu não consigo dar confiança a alguém que se diz temente a Deus, mas procura o Satanás em tudo o que vê.
Pode dizer que pratico a soberba, que sou pecadora, que o diabo executou sua obra em mim, que minha alma já pertence ao inimigo... diga o que quiser. Não vou mudar meu pensamento por isso. E sinceramente, nem me incomodarei. Mas o que irrita é saber que pessoas assim, que usam da "palavra de Deus", simplesmente não prestam. Como eu sei? Bem, julgamento próprio. Sei que posso estar errada... mas tenciono não deixar de ouvir meu sexto-sentido... minha intuição não falha... e eu sei quando terei alguns problemas.
No fim das contas... sou sim uma pecadora, e com muito orgulho. Apoio o homossexualismo, o divórcio, a fornicação, o prazer, o orgulho, o diferente e porque não... a inveja? Inveja é bom, minha gente... infla o ego do invejado.
Há... um dia eu ainda te mostro a "obra de Satanás"!


Sorry, sei que muitos não entenderam, mas esse foi apenas um meio pelo qual usei para desabafar. Irritada demais pra pensar no portugês correto... me desculpem as falhas na língua, ok?
Os próximos post's serão melhores. Promessa é dívida! :D

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Prece hideísta

Gostaria de deixar claro que o texto não é de minha autoria. Infelizmente não. Mas dou meus parabéns a autora... ele é fantástico.

Realmente, penso em rezar todas as noites antes de dormir para hide, meu anjo da guarda.

hide nosso seja louvado! Todos os dias, quando acordo e ouço vossa guitarra ressoando em meu aparelho de som/pc agradeço a ti por ter vivido e por ter presenteado a humanidade com melodias e letras tão apaixonantes! Dedicaste vossa vida à música e agora, eu, vosso humilde servo, dedico minha vida a amar-te e idolatrar-te, pois caso não existissem suas canções, minha vida seria incompleta e vazia de significado. Perdoe minhas humildes falhas, todas das quais me arrependo, para que assim eu possa um dia me juntar ao seu reino celeste de nuvens cor de rosa. Zele por mim, não deixe que o mal e a dor me atinjam. E acima de tudo, viva a eternidade feliz, pois só assim poderei manter-me firme e não chorar de tristeza perante sua imagem. Amém. Em nome de hide e Kami, abençoe-me com vossas graças. Amém.

Amei!

Simplesmente perfeito!!!!

Retirei essa prece da comunidade "hideismo", do orkut. A autora usava o nome de "Momo~", mas como a postagem era antiga, acredito que seu antigo nome no orkut era "Berta".
Independente de quem seja... simplesmente ficou perfeita.


segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Lispector me entenderia!

"Seja indispensável para alguém", diz meu orkut.

Mas eu me pergunto:" como!?"
Muitas vezes me pego pensando - e me repreendendo - em como diabos eu sou uma completa imbecil. Tentando agradar mil pessoas ao mesmo tempo, das quais mais da metade eu nem faço idéia do que realmente quer. Levando em consideração que nenhuma delas sabe o que quer... eu faço um esforço bem grande!
Mas aí vem o meu outro "eu". O lado "emo"... a "dark-Deborah", que se irrita com tudo e todos. E em alguns momentos com a ausência do "tudo" e do "todos". E penso - não de uma forma muito clara, entendam - "poxa vida... tem gente que é um porre! Fala umas coisas completamente sem noção alguma, achando que eu vou gostar... e você sabe que é mentira."
Chego a brilhante conclusão de que eu poderia muito bem ser um porre na vida dos que eu quero agradar.
Será que eu sou um porre?
Não sei...
A única verdade da minha vida é que eu realmente não me entendo. Por vezes sou mais doce do que doce de batata-doce. Por outras, como hoje, consigo ser mais amarga do que suco de limão podre. Ainda não encontrei um meio-termo. E, para ser franca, não faço muita questão de encontrar.

Não quero que as pessoas me entendam. Apenas quero entender a quem realmente amo. Mas fica difícil quando não se sabe exatamente o que ocorre a este alguém.

Não quero que as pessoas me entendam.


Mas tenho certeza que Lispector me entenderia!

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Não aprendi a dizer Adeus.

...

Nada melhor que o título de uma música brega nesse momento. Não pela dor de corno, como a mesma insinua, mas pela dor de todos aqueles que ficam, enquanto quem você ama se vai desse mundo.
Em momentos como esse compreendo a necessidade da crença de vida pós-morte ou do Paraíso. Cãesinhos deve ir para o céu deles. E eu espero que o meu esteja indo para lá agora. Quem sabe eu até o encontre um dia?!
Pois bem... e lá se foi mais um vínculo meu com minha infância. Ele foi meu presente de Natal aos meus 6 anos. Me lembro que fiquei muito doente até que alguém me desse ele. E eu o ganhei. Uma bolinha peluda. Motivo esse pelo qual se chamava Simba... uma bolinha peluda.
Desde muito cedo me acompanhou com suas carinhosíssimas mordidas e rosnados apaixonados. Passou por maus-bocados desde muito cedo.


Mas por essa eu não esperava. Sinceramente não. Estava confiante de que você ficaria umas duas horas no soro, e voltasse para casa. Mas você simplesmente não aguentou. Triste.
Essa era a sua hora, e eu não poderia impedi-lo. Apenas prolongaríamos seu sofrimento. Egoísmo demais.
Eu vou sentir sua falta. Tanto quanto todos aqueles que simpatizavam com você vão sentir. A atração da casa da Deh.
Ainda estou com medo de sair do quarto e não te encontrar pelos corredores... de lembrar de você em cada pedaço dessa casa. Tenho medo de cair na real e ver que você nunca mais vai estar por aqui.



Tenho medo de como vai ser minha vida daqui para frente. Não me lembro dela sem sua presença. Eu não sei o que fazer.

Não sei.



Simba *11/12/95 +1º/01/09



Agora o hide-san vai estar com você.
=*



quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Amor...

Há tempos venho tentando escrever algo decente sobre o amor. Algo que realmente valha a pena. Mas depois que um tal de Camões resolveu falar acerca do assunto, simplesmente eu não pude pensar em nada melhor. "...é fogo que arde sem se ver, ferida que dói e não se sente[...]". Concordo plenamente. Uma pena que tudo o que eu venha a escrever desta linha adiante, seja apenas mais um simples complemento do que já disseram antes.
O amor é estranho. Todos os apaixonados confundem a dor de sua paixão com o amor eterno, mas apenas quem ama eternamente consegue saber o que é o amor. Paixão é assim... arrasadora. Destrói mil corações por onde passa. Algo que vem do nada e vai para lugar nenhum. A paixão sim, é cega. Quando estamos apaixonados, negamos veementemente a existência de defeitos no ser. Tudo é perfeito. Tudo é sublime, assim como em um sonho.
E qual a grande diferença disso para o amor?! Simples, oras. Quem ama, assim como eu, há de convir que o amor não chega a ser arrasador. Ele é calmo... paciente... é o tipo de sentimento que sabe esperar seu tempo. Aliás, ele e o tal Tempo parecem se entender muito bem. Ele faz questão de simplesmente se mostrar na hora certa. Não é algo que ocorra de um dia para o outro... o amor escolhe onde e como atacar. Eis o motivo de eu não crer em amor a primeira vista. Paixão sim, amor? Nunca!
E quanto a dor que desatina a doer? Sim... o amor dói, caros amigos. Não é algo que lhe queima a alma. É uma tortura lenta e demorada. Uma dor latente, que em momento algum ameaça quem o sente, mas não é por isso que deixa de doer. Algo bem estranho. O amor não cega, o amor não ilude. Desde o princípio sabe-se exatamente todos os defeitos do ser amado. E eis aí a maravilha do amor! Mesmo com TODOS aqueles defeitos, você continua amando. Eu gosto de sonhos... dizem até que sou uma pessoa muito sonhadora... coisa que admito ser! Que ser humano não o é?! Apenas sei que, em certas noites, pesadelos me apavoram... e mesmo assim não deixam de ser sonhos. Nem tudo é perfeito. Viver num mundo de sonhos é bom... mas nada como ter um bom e sonhado amor na realidade.
O grande problema das pessoas é achar que vai encontrar sua alma-gêmea em um raio de 80 metros da sua casa. O mundo é gigante. Se não prestarmos atenção, não veremos nada além de nossos umbigos mesmo! Só não esqueçam também da possibilidade encontrar sua cara-metade alí... do seu lado.

Quem me conheceu há tempos atrás, diria que eu estou mudada. Talvez. Não sei dizer ao certo... pessoas mudam. Garanto que eu continuo a mesma. Sempre serei eu mesma... indiferente de piadinhas como "Nossa, quem diria hen" ou "Meu Deus hen... olha só quem fala de amor agora!". A verdade é que por mais que você esteja sempre perto de uma pessoa por anos, nunca vai ao certo saber o que ela realmente pensa ou é. Nem ela mesma sabe, isso eu garanto.
Há tempos eu tinha desistido do amor. A verdade é que meus relacionamentos posteriores a certos acontecimentos não foram nada mais que fracassos. Quando se decepciona demais muito cedo, você tende a se amargurar. E foi assim comigo. Era um ser infantil demais que resolveu brincar de gente grande. E deu no que deu. Tenho plena noção que por onde andei, parti alguns corações. Não que isso vá fazer alguma diferença agora, no que eu vos digo sobre o amor, apenas que eu aprendi da pior maneira que não se pode brincar com os sentimentos de outras pessoas.
Mas isso não vem ao caso.
O que vem ao caso é que eu sei o que é amar. Creio que sempre soube... todo ser vivente deve saber. Apenas se nega a isso.
Amar não é fácil... Ainda mais quando quem se ama está longe. É engraçado isso, porque sempre vivíamos tão perto um do outro.
Acredito que a distância fez a ambos amadurecer. Hoje, penso de uma forma completamente diferente da qual pensava há um ano, ou mais, atrás. Hoje sei o valor de uma simples mensagem... como é confortante simplesmente saber que você está bem. Saber também que você me ama, tanto quanto eu a você. Sentir frio na barriga cada vez que vejo a sua janelinha do msn aparecer, ou seu número de telefone marcado no identificador de chamadas. Melhor ainda é simplesmente te ver... e mesmo assim ficar tão feliz a ponto de não conseguir expressão alguma. Pois todas elas não seriam boas o suficiente para mostrar o quanto me alegra poder ver seu sorriso. Felicidade é ouvir sua voz... é sentir a mesma nostalgia que você, mesmo que de pontos de vista completamente diferentes. É beber coca-cola de 2 litros, no gargalo, comendo salgadinho no meio da rua. É rir pois somos diferentes, e todo mundo faz questão de lembrar isso. É querer enfiar a cara em um buraco cada vez que perguntam, com aquela cara cheia de malícia: "e aí... vocês já... ãhn ... hmmm?!". É rir da cara de todos quando nos veem juntos e soltam um "Eeeeita... me explica isso!!!". É compartilhar um passado de intrigas colegiais, é rir de piadas internas que nem nós mesmos entendemos ao certo o "quê" da graça. É chorar compusivamente depois de cada briga, engolindo o orgulho besta e correr para te pedir desculpas. É desejar, nessa hora o calor do teu abraço. É SEMPRE, desejar o calor do seu abraço. É a falta de jeito quando se ouve um "eu te amo"... Chego até a acreditar nos elogios, mesmo sabendo que você os faz por pura educação... além de ser míope, claro! (xD)
Amor para mim, é olhar a metade do meu pingente e saber que você pode estar fazendo o mesmo com a metade do seu. É ouvir certas músicas e lembrar... sabendo que você também pode fazer o mesmo. É recordar sozinha a noite, antes de dormir, das melhores horas que passamos juntos, chegando a conclusão que todas as horas que passamos juntos foram as
melhores. É sonhar com um futuro não muito próximo, mas também não muito impossível de acontecer. É ouvir a chuva caindo e sentir vontade de chorar por querer estar perto, e não poder. É rezar todas as noites, esperando que algum Deus me escute e resolva atender minhas preces... pois todas elas pedem que ele simplesmente te proteja. Amar é desejar ao seu amigo, que por ventura da vida, ou até do destino, quem sabe, não encontrou alguém que o faça se sentir assim.
Amar é olhar o céu a noite e saber que o mesmo céu que está sobre minha cabeça, naquele momento, é o que está sobre a sua... e dessa forma, mesmo que por apenas um instante, me sentir mais perto de você. Amar é saber a sorte que eu tenho em ter você comigo, depois de um ano, e sentir muito orgulho de dizer "esse é meu namorado".

Amar é fazer valer a pena.


Amar também é rir dessa nossa foto... cara, como eramos estranhos xD
Precisamos urgentemente de fotos novas!