"Certa vez, o Amor perguntou para a Amizade:
- Oras, mas para que você serve, afinal?!
E, tranquilamente, a Amizade respondeu sorrindo:
- Para secar as lágrimas que você derramou."
É... essas frases de efeito, no fim das contas, são as mais verdadeiras nesses momentos de sofrimento.
Sei que não seria nada além de um monte de células amórfas sem meus amigos. E sei que quando eu precisar, poderei contar com todos eles.
Sinto-me estranha... feliz e triste.
Feliz pelo meu novo emprego. Triste pelo fim de um relacionamento. Sei lá... no fim das contas percebo que namorei por dois anos e poucos meses comigo mesma; com aquilo que eu esperava que o "outro" me correspondesse.
É chato falar de coisas nesse estilo na internet. Mas sei que muitos entendem pelo que estou passando.
Obrigado pela força, meus amigos. Posso não entender muito sobre fins de namoro com pessoas problemáticas, mas entendo o quanto vocês são importantes pra mim.
Amo vocês!
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Cansei...
Estou aposentando meu coração por tempo indeterminado.
Tudo poderia ser diferente... mas insistem em querer se meter na minha vida, e destruir boa parte dos meus sonhos.
Tenho que aprender logo que romances não existem, e que pessoas são imperfeitas. Nunca deveria ter colocado minhas expectativas em cima de quem não as merecia... ou não teve coragem suficiente para suportar o peso destas.
Me perdõem se estou falando coisas absurdas. Mas a internet é um domínio público, e me sinto impelida a desabafar em algum lugar.
Queria dormir pra esquecer... mas esquecer as feridas não faz com que elas desapareçam.
Tudo poderia ser diferente... mas insistem em querer se meter na minha vida, e destruir boa parte dos meus sonhos.
Tenho que aprender logo que romances não existem, e que pessoas são imperfeitas. Nunca deveria ter colocado minhas expectativas em cima de quem não as merecia... ou não teve coragem suficiente para suportar o peso destas.
Me perdõem se estou falando coisas absurdas. Mas a internet é um domínio público, e me sinto impelida a desabafar em algum lugar.
Queria dormir pra esquecer... mas esquecer as feridas não faz com que elas desapareçam.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Xô ano velho!
Sempre em finais de ano me vejo nessa situação chata de retrospectiva e despedida de tudo o que me ocorreu em um período de 365 dias. Não que finais de ano me importem muito, afinal, eu sigo a linha pagã de comemorações. Meu ano novo começa logo após meu aniversário completo. Mas isso não vem ao caso.
O que me importa em finais de ano é justamente eu olhar pra trás e ver como foi um ano no qual eu "desenvolvi", eu cresci... coisas assim.
O ano de 2009, em especial, foi um verdadeiro lixo para mim. Meu cachorro morreu logo no primeiro dia, meus amigos se tornaram distantes de mim, minha saúde não me auxiliou em muito, passei por terríveis provações nos estudos e no amor. Mas... de que adiantou?! Dizem que isso ocorre para nos fortalecer. De fato me sinto mais forte... sei que se algo acontecer como aconteceu esse ano, saberei enfrentar. Mas sei bem que com o passar do tempo, tudo tende a piorar. Provações maiores, dificuldades maiores, sofrimentos maiores e... será que eu consigo?
Bem... não sei. Sei apenas que um ano novo começa, e vai deixar essa desgraça de 2009 (com suas maldições) para trás.
Espero ter todos que amo comigo. E espero conseguir tudo o que desejo.
De resto... eu dou um jeito ;D
Feliz 2010 para que lê... e uma boa passagem de ano a todos.
O que me importa em finais de ano é justamente eu olhar pra trás e ver como foi um ano no qual eu "desenvolvi", eu cresci... coisas assim.
O ano de 2009, em especial, foi um verdadeiro lixo para mim. Meu cachorro morreu logo no primeiro dia, meus amigos se tornaram distantes de mim, minha saúde não me auxiliou em muito, passei por terríveis provações nos estudos e no amor. Mas... de que adiantou?! Dizem que isso ocorre para nos fortalecer. De fato me sinto mais forte... sei que se algo acontecer como aconteceu esse ano, saberei enfrentar. Mas sei bem que com o passar do tempo, tudo tende a piorar. Provações maiores, dificuldades maiores, sofrimentos maiores e... será que eu consigo?
Bem... não sei. Sei apenas que um ano novo começa, e vai deixar essa desgraça de 2009 (com suas maldições) para trás.
Espero ter todos que amo comigo. E espero conseguir tudo o que desejo.
De resto... eu dou um jeito ;D
Feliz 2010 para que lê... e uma boa passagem de ano a todos.
sábado, 5 de dezembro de 2009
Sentido...
Em certos momentos da vida, me deparo com situações como a que estou vivendo hoje.
O sentido da vida de um ser humano. Sei que vários filósofos, escritores e sonhadores tentaram a todo custo esclarecer essa grande dúvida, mas não achei nada que fosse bom o suficiente pra sanar minhas dúvidas e diminuir minhas angustiantes dores e pesos na consciência.
Essa semana encerrei meu curso de graduação. Esperei três anos, batalhei e estudei, fiz trabalhos e virei noites para entregá-los no prazo... esperei por um sentimento de alívio, que até agora não veio.
O que me abate é a angústia. O medo.
Angústia, já que em três anos fui obrigada a conviver com diferentes tipos de pessoas; acostumar-me com vários estilos de vida. Me apeguei a pessoas das quais sentirei falta, e sei que por mais que eu tente me encontrar com elas daqui para frente, nada vai trazer de volta aquela unidade que era a nossa sala. Nada.
Vamos nos encontrar por uns meses, prometer visitas e conversas, mas nunca vamos cumpri-las.
Medo, pois sei que tenho uma vida pela frente, e não sei se vou conseguir superar todas as espectativas que eu mesma coloco diante de mim.
Tenho tanto receio de simplesmente não conseguir; medo de ser mais um tijolinho naquele muro qualquer.
Detesto esse sentimento.
O alívio não veio. O que eu sinto é um enorme peso nas costas, bem distante do esperado conforto do diploma em mãos.
Cada dia mais eu encaro a vida de adulto como uma coisa monótona. Cansei de brincar de gente grande, quero ser criança de novo. Tem como?!
Afinal, mesmo com vinte anos de idade e um diploma nas mãos, ainda me tratam com indiferença. No fim das contas, tudo voltou a ser como costumava... eu ainda serei a eterna criança que gosta de ser do contra, e ninguém vai me dar ouvidos, já que minhas roupas e meus cabelos não agradam.
Quando que acordo desse pesadelo e volto a ser aquela criança magrela, que todo mundo batia nas épocas de colégio?
O sentido da vida de um ser humano. Sei que vários filósofos, escritores e sonhadores tentaram a todo custo esclarecer essa grande dúvida, mas não achei nada que fosse bom o suficiente pra sanar minhas dúvidas e diminuir minhas angustiantes dores e pesos na consciência.
Essa semana encerrei meu curso de graduação. Esperei três anos, batalhei e estudei, fiz trabalhos e virei noites para entregá-los no prazo... esperei por um sentimento de alívio, que até agora não veio.
O que me abate é a angústia. O medo.
Angústia, já que em três anos fui obrigada a conviver com diferentes tipos de pessoas; acostumar-me com vários estilos de vida. Me apeguei a pessoas das quais sentirei falta, e sei que por mais que eu tente me encontrar com elas daqui para frente, nada vai trazer de volta aquela unidade que era a nossa sala. Nada.
Vamos nos encontrar por uns meses, prometer visitas e conversas, mas nunca vamos cumpri-las.
Medo, pois sei que tenho uma vida pela frente, e não sei se vou conseguir superar todas as espectativas que eu mesma coloco diante de mim.
Tenho tanto receio de simplesmente não conseguir; medo de ser mais um tijolinho naquele muro qualquer.
Detesto esse sentimento.
O alívio não veio. O que eu sinto é um enorme peso nas costas, bem distante do esperado conforto do diploma em mãos.
Cada dia mais eu encaro a vida de adulto como uma coisa monótona. Cansei de brincar de gente grande, quero ser criança de novo. Tem como?!
Afinal, mesmo com vinte anos de idade e um diploma nas mãos, ainda me tratam com indiferença. No fim das contas, tudo voltou a ser como costumava... eu ainda serei a eterna criança que gosta de ser do contra, e ninguém vai me dar ouvidos, já que minhas roupas e meus cabelos não agradam.
Quando que acordo desse pesadelo e volto a ser aquela criança magrela, que todo mundo batia nas épocas de colégio?
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Filosofias de um ser "pensante"
Sim, eu sei... eu desapareci por uns tempos. Perdão, ok?!
Realmente esses momentos de final de curso superior deixam qualquer ser maluco. Hoje mesmo tenho uma bela prova. Consegui dar uma escapada de meus afazeres para postar algo que me intriga.
Na realidade... é mais uma de minhas filosofias baratas, que só interessam a mim. Creio que muitos pouco se importam em pensar essas coisas.
Há uns dias, estive doente. Na realidade, estou me recuperando. E, como tenho um namorado à moda antiga, recebi um belo ramalhete de rosas. Todas muito belas e perfumadas.
Nesse mesmo dia estivemos conversando sobre muitas coisas. Dentre elas, Sid Vicious. Devo dizer que me desculpem os seus fãs, mas de fato, nunca vi nada de genial ou fabuloso nesse ser.
E é sobre isso que venho falar. Não sobre Sid (se me permitem a intimidade), nem sobre as rosas. Mas sobre algo que ambos tem em comum: o vício pela imagem.
Sid sempre me pareceu um cara engajado. Isso quando eu tinha uns 13 anos. Nessa idade, meu intuíto principal era chocar as pessoas. E nada melhor do que ouvir uma música que causa ojeriza a muitos para tal intento. O que não me ocorria na época, era que Sid não era nada além de uma casca na qual eu via cicatrizada aquela imagem de rebelde sem causa... aquele ser que com nada se importa. "Viva intensamente, morra jovem e bonito". Isso sempre me impressionou, e até hoje me impressiona. A idéia de morrer como mártir de uma causa X realmente me comove e atrai. O problema disso tudo, é que não consigo ver com que causa ele estaria metido. A realidade era que nem ele próprio sabia. Sid sempre foi usado... tamanha sua incapacidade de viver por conta própria, sempre foi arrastado por ondas que, esporadicamente, avassalam nossas vidas. Ora era Nancy, ora os vícios. Nada lhe restava a não ser a imagem. E ele era apenas isso: imagem. Beleza.
A beleza de Sid era algo que de fato, para muitos, é tida como inexistente. Mas garanto que é o estereótipo que muito me atrai. Estranheza, magreza. Mas ele não tinha um quesito essencial para ser "perfeito"... a genialidade. Pelo menos, até hoje não pude ver um traço dessa característica em sua personalidade.
Falando desse jeito, vocês podem encarar que eu não goste de Sid Vicious. Mas não é bem assim, gosto do rapaz. Gosto da sua imagem. O que não me agrada é exatamente isso... ele ser apenas uma imagem.
Também sei que posso estar entrando em um campo no qual não quero, que é sua importância no cenário punk, que há muito não "exploro" a fundo. Mas, me perdoem, não consigo ver importância alguma além de sua imagem.
De qualquer forma, me faltam as rosas. Bem... há uns dias notei a presença de pétalas caídas em vários cantos da casa. Me perguntava o motivo de elas estarem por aí, soltas... e nada me vinha em mente! Até que hoje, pela manhã, presenciei o fenômeno mais inusitado; algo que nunca imaginaria.
Foi um pequeno ruído que me fez virar o rosto e mirar o vaso de flores. E vi, com certa incredulidade, que a própria rosa soltava todas as suas pétalas. Por conta própria. Assim... como se as cuspisse do caule. Devem vocês imaginar que sou uma criatura idiota... mas nunca havia reparado nessa atitude por parte de uma planta.
Para mim pareceu como se, acima de tudo, a rosa estaria abrindo mão de sua vida para preservar sua beleza. cuspindo as pétalas, seu perfume e sua beleza continuariam vivos, mesmo sem sua vida essencial. Mas sua essência sobreviveria por um tempo a mais, independente de sua vida.
Algo que me fez refletir.
Até que ponto o sacrifício valeria a pena?
Não sei... qual a função de uma rosa? Talvez se sacrificar por sua unica função seja algo louvável.
Então...qual seria o motivo do sacrifício de tantos outros seres humanos?! Já que, na real, não temos noção alguma de nossa função.
É... não cheguei em conclusão alguma.
Apenas que, assim como Sid, minhas rosas tem um vício muito grande, que as leva à morte sem hesitar: a vaidade.
"Love Kill's", como diria Dee Dee Ramone. Amor mata... principalmente o amor próprio!
Realmente esses momentos de final de curso superior deixam qualquer ser maluco. Hoje mesmo tenho uma bela prova. Consegui dar uma escapada de meus afazeres para postar algo que me intriga.
Na realidade... é mais uma de minhas filosofias baratas, que só interessam a mim. Creio que muitos pouco se importam em pensar essas coisas.
Há uns dias, estive doente. Na realidade, estou me recuperando. E, como tenho um namorado à moda antiga, recebi um belo ramalhete de rosas. Todas muito belas e perfumadas.
Nesse mesmo dia estivemos conversando sobre muitas coisas. Dentre elas, Sid Vicious. Devo dizer que me desculpem os seus fãs, mas de fato, nunca vi nada de genial ou fabuloso nesse ser.
E é sobre isso que venho falar. Não sobre Sid (se me permitem a intimidade), nem sobre as rosas. Mas sobre algo que ambos tem em comum: o vício pela imagem.
Sid sempre me pareceu um cara engajado. Isso quando eu tinha uns 13 anos. Nessa idade, meu intuíto principal era chocar as pessoas. E nada melhor do que ouvir uma música que causa ojeriza a muitos para tal intento. O que não me ocorria na época, era que Sid não era nada além de uma casca na qual eu via cicatrizada aquela imagem de rebelde sem causa... aquele ser que com nada se importa. "Viva intensamente, morra jovem e bonito". Isso sempre me impressionou, e até hoje me impressiona. A idéia de morrer como mártir de uma causa X realmente me comove e atrai. O problema disso tudo, é que não consigo ver com que causa ele estaria metido. A realidade era que nem ele próprio sabia. Sid sempre foi usado... tamanha sua incapacidade de viver por conta própria, sempre foi arrastado por ondas que, esporadicamente, avassalam nossas vidas. Ora era Nancy, ora os vícios. Nada lhe restava a não ser a imagem. E ele era apenas isso: imagem. Beleza.
A beleza de Sid era algo que de fato, para muitos, é tida como inexistente. Mas garanto que é o estereótipo que muito me atrai. Estranheza, magreza. Mas ele não tinha um quesito essencial para ser "perfeito"... a genialidade. Pelo menos, até hoje não pude ver um traço dessa característica em sua personalidade.
Falando desse jeito, vocês podem encarar que eu não goste de Sid Vicious. Mas não é bem assim, gosto do rapaz. Gosto da sua imagem. O que não me agrada é exatamente isso... ele ser apenas uma imagem.
Também sei que posso estar entrando em um campo no qual não quero, que é sua importância no cenário punk, que há muito não "exploro" a fundo. Mas, me perdoem, não consigo ver importância alguma além de sua imagem.
De qualquer forma, me faltam as rosas. Bem... há uns dias notei a presença de pétalas caídas em vários cantos da casa. Me perguntava o motivo de elas estarem por aí, soltas... e nada me vinha em mente! Até que hoje, pela manhã, presenciei o fenômeno mais inusitado; algo que nunca imaginaria.
Foi um pequeno ruído que me fez virar o rosto e mirar o vaso de flores. E vi, com certa incredulidade, que a própria rosa soltava todas as suas pétalas. Por conta própria. Assim... como se as cuspisse do caule. Devem vocês imaginar que sou uma criatura idiota... mas nunca havia reparado nessa atitude por parte de uma planta.
Para mim pareceu como se, acima de tudo, a rosa estaria abrindo mão de sua vida para preservar sua beleza. cuspindo as pétalas, seu perfume e sua beleza continuariam vivos, mesmo sem sua vida essencial. Mas sua essência sobreviveria por um tempo a mais, independente de sua vida.
Algo que me fez refletir.
Até que ponto o sacrifício valeria a pena?
Não sei... qual a função de uma rosa? Talvez se sacrificar por sua unica função seja algo louvável.
Então...qual seria o motivo do sacrifício de tantos outros seres humanos?! Já que, na real, não temos noção alguma de nossa função.
É... não cheguei em conclusão alguma.
Apenas que, assim como Sid, minhas rosas tem um vício muito grande, que as leva à morte sem hesitar: a vaidade.
"Love Kill's", como diria Dee Dee Ramone. Amor mata... principalmente o amor próprio!
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Porque sim!
Eu realmente posso ficar irritada. Posso ter raiva de quem nem conheço, e simplesmente antipatizar a primeira vista.
Eu posso não querer sorrir ao encontrar alguém. Posso não dar uma de amiguinha só por não estar a fim
Simplesmente posso deixar que meus nervos fiquem a flor da pele. Tenho esse direito!
Tenho o direito de não responder declarações melosas, tenho o direito de ficar na minha, tenho o direito de curtir minhas férias sem dar satisfação a ninguém.
E, acima de tudo, tenho o direito de dormir em paz. Sem que me acordem ao berros sem eu nem saber o que acontece.
E por que tenho esses direitos?!
PORQUE SIM!
Eu posso não querer sorrir ao encontrar alguém. Posso não dar uma de amiguinha só por não estar a fim
Simplesmente posso deixar que meus nervos fiquem a flor da pele. Tenho esse direito!
Tenho o direito de não responder declarações melosas, tenho o direito de ficar na minha, tenho o direito de curtir minhas férias sem dar satisfação a ninguém.
E, acima de tudo, tenho o direito de dormir em paz. Sem que me acordem ao berros sem eu nem saber o que acontece.
E por que tenho esses direitos?!
PORQUE SIM!
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